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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Ler em todo o lado

Publicado por O Informador, 20.01.20

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Nem sempre, mas por vezes acontece, estar a ler num local público onde existe barulho e alguma confusão em volta. A mim enquanto leitor é um hábito conseguir ler em todo o lado, mas para quem não lê com regularidade ou mesmo nunca existem questões que por vezes me são colocadas que parecem nem fazer sentido.

«Como consegues ler aqui?» Simples, se estás concentrado na leitura, a seguir a história com alguma intensidade, vives aquela leitura, estás com as personagens, ficando isolado entre quem passa, não vendo, não ouvindo e não existindo a perceção do que se está a passar. 

Quando andamos a ler um bom livro, daqueles que prendem e conseguem conquistar do início ao fim, o local onde avançamos na sua leitura é totalmente indiferente porque ficamos agarrados perante a história e nem o barulho, os solavancos dos transportes, o entra e sai de salas, arrastar de cadeiras e intensidade das conversas alheias servem de distração.

Não digo que não possam existir distrações, porque na rua, em casa, no trabalho, existem sempre pontos que nos podem levar a observação e pensamentos por outros sentidos, no entanto é possível existir concentração em qualquer local, desde que se façam as coisas com vontade e não somente porque sim ou por existir uma obrigação.

Influencia! | Maria Gonçalves

Arena | Penguin Random House Grupo Editorial

Publicado por O Informador, 19.01.20

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Título: Influencia!

Autor: Maria Gonçalves

Editora: Arena

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Maio de 2019

Páginas: 136

ISBN: 978-989-665-789-5

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Tornar-se um influenciador digital não é tarefa fácil, pelo menos quando se quer ser bem-sucedido. Mas a Maria Gonçalves, a primeira blog coach portuguesa, tem todas as informações pertinentes para que a tua paixão se transforme num negócio rentável. Só tens de seguir este guia, juntar-lhe muita dedicação e dar o melhor de ti.

Este livro é uma ferramenta indispensável se ambicionas:

Ganhar dinheiro como criador de conteúdos

Ser influenciador digital de sucesso

Poder assumi-lo como a tua profissão.

Cada capítulo está dividido numa parte teórica, que transmite informação essencial de formas simples e direta, e numa parte prática, que inclui exercícios, listas de tarefas e modelos para poderes criar o teu projeto de sucesso e, ainda, campanhas de e-mail e vender produtos digitais.

Transforma a tua paixão num negócio rentável!

 

Opinião: Finalmente percebi que existem vários pontos que tenho de melhorar enquanto blogger com presença nas redes sociais. Esta luz fez-se com a leitura de Influencia!, o guia de Maria Gonçalves para quem se quer tornar ou melhor a sua presença online enquanto influenciador digital.

Comecei por ler este workshop escrito da Maria como se tivesse a ver a própria a falar, a explicar e a passar ao leitor o que foi aprendendo ao longo do seu tempo enquanto influenciadora. Este livro transmite a todos os que querem aprender um pouco mais sobre como começar da melhor maneira a sua carreira no mundo digital. Não basta pensar, existindo a necessidade de criar com a ideia exata do que se quer fazer, agendar, preparar, pensar no futuro. Em Influencia! tudo é explicado, a partir do momento em que a ideia começa a ser formada na mente de cada um, traçando objetivos, dando dicas, mostrando como não é fácil começar por ter de lutar por um espaço onde muitos já são conhecidos e cada vez mais competitivos. 

A criação de projetos de sucesso, enfrentar o mundo cada vez mais complexo das redes sociais para fazer bem e não somente deixar andar, sendo necessário empenho e esforço para se fazer com gosto um trabalho que chama quem está do outro lado. 

Chicago | Teatro da Trindade

Força de Produção

Publicado por O Informador, 18.01.20

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Finalmente e muito graças ao prolongamento de temporada, fui ver o musical Chicago ao Teatro da Trindade, em Lisboa. Como a ocasião é que permite a opinião, tenho a dizer que o sucesso deste espetáculo é merecido, percebendo assim as sessões esgotadas e a necessidade de prolongarem por mais uns meses esta produção encenada por Diogo Infante. 

Com o elenco composto por Gabriela Barros, Soraia Tavares, Miguel Raposo, José Raposo, Catarina Guerreiro, Ana Cloe, Carlota Carreira, Catarina Alves, Filipa Peraltinha, Leonor Rolla, Mariana da Silva, Sofia Loureiro, David Bernardino, Gonçalo Cabral, João Lopes, JP Costa, Pedro Gomes e Ricardo Lima, Chicago é mesmo um dos espetáculo de 2019 com direito a prolongamento em 2020. Numa história conhecida há anos através do filme e das várias representações pelos palcos mundiais, finalmente chegou a Portugal Chicago, onde a história de duas rivais de vaudeville, que são acusadas de assassínio, nos anos 20, é contada. Velma, interpretada por Soraia Tavares, e Roxia, ao encargo de Gabriela Barros, são as heroinas desta história que envolve sexo, crime, prostituição, ambição e bastante persuação pelas influências numa cidade que vive de enganos perante a grandeza e com todo o mundo obscuro a viver mesmo ao lado da grandeza. 

Bem encenado e com um bom modelo de palco que permite rápidas passagens entre cenas, Chicago no Teatro da Trindade pode não ter a grandiosidade de outros palcos mundiais, no entanto consegue surpreender. Com uma Gabriela Barros em grande destaque que vai para além da sua personagem pelo bom desempenho da atriz, uma Soraia Tavares que vai atrás mas que para mim deixou algo a desejar perante o que já a vi fazer, um José Raposo com uma personagem que só um grande ator podia interpretar para sair bem e ter algum impacto junto do público e um Miguel Raposo, sim o filho, a ser a surpresa que desconhecia dos palcos por agarrar a atenção e pela boa dicção e interpretação que vai para além das expressões verbais, Chicago segue bem e recomenda-se por mais uns tempos, sem mexidas e sem paragens!

A Morte do Papa | Nuno Nepomuceno

Cultura Editora

Publicado por O Informador, 17.01.20

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Título: A Morte do Papa

Autor: Nuno Nepomuceno

Editora: Cultura Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2020

Páginas: 352

ISBN: 978-989-8979-40-7

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Uma freira e dois cardeais encontram o corpo sem vida do Papa sentado na cama, com as mangas da roupa destruídas, os óculos no rosto e um livro nas mãos. O mundo reage com choque, sobretudo, quando Pedro, um delator em parte incerta, regressa à ribalta e contraria a versão oficial. Porém, tudo muda quando imagens de  um escritor famoso vêm à tona, colocando-o na cena do crime.

Enquanto as dúvidas se instalam, um jornalista dedica-se à investigação do desaparecimento de uma adolescente. Mas eis que um recado é deixado na redação da Radio Vaticana. Com a ajuda de um professor universitário e da sua intrépida esposa, os três lançam-se numa demanda chocante pela verdade. O corpo da jovem está no local para onde aponta o anjo.

Pleno de reviravoltas e volte-faces surpreendentes, intimista e apaixonante, inspirado em factos reais, A Morte do Papa conduz-nos até um dos maiores mistérios da história da Igreja Católica, a morte de João Paulo I. Tendo como base os cenários únicos da Cidade do Vaticano, este é um thriller religioso arrebatador, de leitura compulsiva, e igualmente uma incursão perturbadora num mundo onde a ambição humana desafia o poder de Deus.

 

Opinião: Parece começar a ser cliché, mas não consigo ler um livro de Nuno Nepomuceno sem admitir o quanto é bom ter a oportunidade de conhecer a obra de um dos nomes fortes da literatura nacional nos tempos que correm. Mais uma vez a capacidade do autor de surpreender com um bom enredo foi superada e após os sucessos que me prenderam nos últimos anos, agora foi a vez de A Morte do Papa de chegar, conquistar e ficar desde logo entre os preferidos do ano, que ainda mal começou. 

Pegando no já conhecido professor Afonso Catalão e na sua mulher, a jornalista Diana, para que juntos protagonizem um thriller religioso recheado de suspense e mistério. Nesta obra a ficção atual faz uso de uma realidade com anos, cruzando histórias, tempos e personagens num mundo existente mas onde tudo é transformado numa pura criação onde Nepomuceno como que recria a morte do Papa João Paulo I nos tempos modernos e perante o nome da sua criação, o Papa Mateus I. 

Encontrado morto após 33 dias de ser eleito, o enredo desta obra arranca quando o anúncio da morte do Papa surge pela imprensa. A partir daí a trama desenrola-se para se cruzar com o misterioso desaparecimento antigo de uma jovem de 15 anos. O jornalista Paolo investiga o desaparecimento de Gabriella, já Diana encontra-se curiosa com a morte do Papa Mateus I. Duas histórias semelhantes ao que é contado de outros tempos e que neste livro se cruzam de tal maneira que conseguem agradar ao longo de toda a leitura. 

Eu, o chorão!

Publicado por O Informador, 16.01.20

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Um Escorpião com emoções à flor da pele existe e caso provado é que aqui estou, uma pessoa bastante emocional e com a lágrima fácil a despoletar com pouca coisa. Sou muito dramático no bom sentido da palavra e a comoção surge quando os sentimentos tocam naquele ponto da saudade, das lembranças, onde as memórias ganham lugar e as despedidas se tornam em momentos pesados. 

Com a idade tenho percebido que a pieguice tem vindo a piorar, trazendo a lágrima fácil em situações por vezes inesperadas e onde não consigo controlar o peso de histórias que são contadas de desconhecidos e despedidas de quem me toca particularmente em diversos tempos da passagem por esta vida. Não posso saber algo mais sensível que viro logo um Manel Madalena de lágrima fácil, chegando a sentir uma certa ridicularizarão pela sensibilidade que deixo escapar de forma tão rápida. 

Choro quando me contam uma história de vida pesada. Não me aguento se chego a casa e na televisão estão a falar de situações superadas e de sobrevivência ou de vidas que precisam de ajuda. Se tenho de me despedir de alguém que me faz falta por saber que os tempos de convivência vão ser alterados, não me contenho com receio de que a perda temporária seja permanente. Vejo uma produção cinematográfica que me faz lembrar alguém próximo e comovo-me com as semelhanças. Os anúncios televisivos que contam histórias reais são um transtorno que me faz refletir. As reportagens de informação que tanto me provocam a dor por perceber a impossibilidade e a força que por vezes existe em quem aparentemente tem uma vida feita em cacos. 

Sou um chorão inegável! Fico cada vez mais com a sensibilidade à flor da pele e todas as vidas com histórias de dor e sofrimento me deixam abananado, percebendo que a idade tem feito comigo o oposto do que geralmente acontece. Com os anos a passarem as pessoas tendem a ficar mais frias e isso tem acontecido comigo, no entanto quando surge o momento em que a ficha cai e percebo que existem vidas mais complicadas e situações que não consigo controlar a sensibilidade vem ao de cima ao mesmo tempo em que penso que por vezes dou destaque e faço dramas quando existem pessoas que merecem ter apoio por sofrerem e mesmo assim seguirem com as suas vidas e boa disposição onde a luta é um contraste de emoções.

Fins-de-semana que pesam

Publicado por O Informador, 15.01.20

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Atualmente trabalho com horários rotativos e ao longo dos sete dias da semana, com folgas também elas rotativas. Se já o tinha feito durante dez anos, parei por doze meses quando encontrei um horário apelidado de normal, e agora há mais de um ano voltei a ter os fins-de-semana como dias de trabalho na minha agenda e o pior é que foi por opção própria.

Tudo parece correr bem numa forma inicial e neste caso o ambiente em equipa contribui para levar as coisas em diante, no entanto quando venho de uma folga ao Domingo, a Segunda-feira consegue ser um dia tão pesado que custa a passar e onde os pensamentos são encaminhados para a ideia de que tenho de sair e procurar um trabalho com horários normais. Agora sempre ou quase sempre, a ver mais de meia sociedade a desfrutar dos Sábados e Domingos, ter as pessoas próximas em casa nesses dias e perceber que os meus dias de pausa calham justamente quando todos estão a trabalhar é frustrante e acaba por desgastar.

Convites duplos | Shrek, O Musical

18 e 19 de Janeiro

Publicado por O Informador, 14.01.20

 

Ano Novo e temporada renovada do espetáculo infantil Shrek, O Musical, baseado no livro de William Steig e no filme de animação da Dreamworks. Numa produção da ArtFeist, as aventuras do ogre mais famoso do mundo têm sido contadas a miúdos e graúdos que receberam este espetáculo de braços abertos no Auditório do Casino Estoril. Para celebrar o sucesso, Shrek, O Musical tem sessões agendadas ao longo deste mês de Janeiro, dando assim a oportunidade a que todos tenham a hipótese de ver um dos melhores musicais infantis desta temporada.

Era uma vez um pântano distante, onde vivia um ogre chamado Shrek. De repente, o seu sossego é interrompido pela invasão de personagens de contos de fadas que foram banidos do seu reino pelo maldoso Lorde Farquaad. Determinado a salvar o lar das pobres criaturas, e também o dele, Shrek faz um acordo com Farquaad e parte para resgatar a princesa Fiona. Resgatar a princesa pode não ser nada comparado com seu segredo profundo e sombrio.

Com sessões aos Sábados e Domingos, pelas 11h30 e 15h30, e com preços que variam entre os 15€ e os 18€, Shrek, O Musical convida todas as famílias a se juntarem pela plateia e poderem assistir a uma verdadeira aventura já bem conhecida de todos nós. Aproveito para informar que nem todos os miúdos podem marcar presença na plateia do Auditório do Casino Estoril, uma vez que este espetáculo é para maiores de seis anos, embora possam entrar crianças a partir dos dois anos após autorização da bilheteira. 

Para que todos possam ter a oportunidade de assistir a este espetáculo, tenho convites duplos para as sessões da manhã e tarde de Sábado e Domingo, 18 e 19 de Janeiro. Este passatempo irá estar disponível até às 19h00 de dia 17 de Janeiro, Sexta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.