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O Informador

03
Dez20

A Noite da Rádio Comercial, com Goucha

 

A tradição de Natal continua a ser o que era com a Rádio Comercial. E agora que chegamos a Dezembro, eis que a equipa da Comercial já apresentou o tema A Noite, com letra de Vasco Palmeirim, numa adaptação do tema de Stereossauro, Carlão e Mariza Liz.

Neste videoclip natalício Manuel Luís Goucha é o convidado especial da equipa da Rádio Comercial, sendo o apresentador do programa Conta-me, da TVI, a entrevistar Jesus, o Palmeirim, dando assim o mote para o início da atuação do coro mais célebre deste Natal 2020.

02
Dez20

Risco elevado na Independência

Restauração da independência

 

O 01 de Dezembro de 2020, feriado nacional celebrativo da Restauração da Independência, aconteceu e mais de meio Portugal foi convidado a ficar fechado em casa. 

Uns felizes e contentes por terem de ficar em casa, outros cansados e frustrados por ficarem mais um dia sem poderem gozar de liberdade para saírem e aproveitarem um dia de pausa pelas avenidas e centros comerciais, uns quantos danados de pijama e sem espreitarem o raiar do sol pela janela e eu... Eu fui trabalhar como se fosse um feriado completamente normal e fiquei grato por estar num município que já esteve em condições mais isoladas e que por estes dias permite a circulação dentro das suas próprias fronteiras, dando a ideia de uma passagem pela pandemia menos castradora do que outras zonas do país.

01
Dez20

Horizonte de conquistas

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Percorrer penhascos em busca do caminho, encontrando a reta feliz sem fiascos e desalentos. Seguir passo após passo sem oscilar, enfrentando a linha certa pelo ideal trajeto onde a liberdade de espírito acaba confinada a um só ser, o individual, onde cada qual conseguirá interpretar o que pode ou não ser a sua racionalidade perante uma sociedade tão meramente complexa como decrescentemente desmoralizadora. 

Encontrar percalços, dar a volta, criar formas de superar cada imprevisto que se atravessa pelo penhasco até se conseguir chegar a caminho exato, sem aqueles contratempos que por vezes acabam por fazer recuar até o mais resistente comum dos mortais. Pensar como um só ser, encaminhando os restantes a seguirem caminhos exatos mas sem oscilar numa só posição pessoal para não deixar que quem siga atrás se confunda num percurso onde cada qual serve de guia a quem segue leves passos, confinados e prematuros, mas onde a inspiração é fundamental para se seguir em frente, pisado pisos lamacentos mas que se foram ultrapassados anteriormente tenderão a ser conquistados de diferentes formas posteriormente. 

30
Nov20

O Inverno chegou!

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Chegamos aos últimos dias de Novembro de 2020 e hoje podemos dizer que uma vaga de frio atacou Portugal. Casas geladas e com necessidade extra de aquecimento, cama com dose suplementar de cobertores, mantas pelos sofás, casacos e capas prontos a saírem à rua, ar condicionado do carro ligado, meias grossas calçadas, botas nos pés, luvas nas mãos, cachecol ao pescoço e máscara a ajudar a proteger o rosto. Na mão segue o chapéu de chuva e a capa impermeável por perto, já que nunca se sabe quando uma rajada mais forte de vento e chuva surge para nos encharcar.

Começou a época de Inverno 2020/21 e todos sabíamos que a mesma chegaria um dia destes, nunca pretendemos é que a sua chegada aconteça, sendo um regresso anual que para muitos podia ser constantemente adiado já que o frio e a chuva não são de todo bem vindos junto do nosso corpo.

29
Nov20

Margarida Espantada | Rodrigo Guedes de Carvalho

Dom Quixote

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Título: Margarida Espantada

Autor: Rodrigo Guedes de Carvalho

Editora: Dom Quixote

Edição: 3ª Edição

Lançamento: Abril de 2020

Páginas: 288

ISBN: 978-972-20-6983-0

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Margarida Espantada é sobre família. Sobre irmãos. É sobre violência doméstica e doença mental. É um efeito dominó sobre a dor.

A literatura é um jogo do avesso. Os bons romances são sempre sobre amor, e os melhores são os que fingem que não são.

Não devemos recear livros duros. As histórias que mais nos prendem trazem uma catarse que nos carrega as mágoas, personagens que apresentam as suas semelhanças connosco.

Gosto da ficção que é número arriscado de circo, com fogo e espadas, que nos faz chegar muito perto da queimadura que não vamos realmente sentir. Mas reconhecemos.

 

Opinião: Estreei-me na leitura de Rodrigo Guedes de Carvalho com Margarida Espantada, que foi uma obra recomendada, e o que posso dizer numa rápida análise é que a montanha pariu um rato do início ao fim.