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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

21
Jan19

Gente Que Não Sabe Estar já estreou

| O Informador

Gente que não sabe estar.png

Ao contrário dos receios que tinha sobre o regresso de Ricardo Araújo Pereira ao ecrã da TVI com um novo programa de humor sarcástico virado para a política, a estreia surpreendeu-me pela positiva, mostrando que desta vez sim, o RAP português conseguiu ir de encontro ao que realmente o público quer ver e não entrar em modo bem mais filosófico para conquistar somente uma minoria. 

Gravado no palco do Teatro Villaret e contando com Cátia DominguesManuel CardosoJoana MarquesGuilherme Fonseca, Cláudio Almeida, Miguel Góis, José Diogo Quintela e o famoso Insónias em Carvão no lote de humoristas residentes deste projeto, Ricardo Araújo Pereira é um género de pivô que critica e faz-se apoiar dos seus companheiros de bancada para dar várias achegas ao governo e diversos partidos que começam agora a preparar as suas candidaturas às próximas eleições. 

António Costa, Assunção Cristas e o seu arroz de atum na sua aparição n' O Programa da Cristina, os serviços públicos do genro de Jerónimo de Sousa, entrevistas bizarras e debates entre os vários partidos onde ninguém se entende até surgirem assuntos polémicos de que todos se querem desmarcar, Ricardo Araújo Pereira com o seu bom toque de humor arrasa a política, comenta, brinca e goza com as notícias que vão surgindo à semana, fazendo ao mesmo tempo um pouco de futurologia, e sempre com o cuidado de não ser brejeiro como a maioria dos comediantes que andam por aí. Existe humor e humor e aqui encontramos um caso de humor gourmet com um só nome, Ricardo Araújo Pereira. 

20
Jan19

Estreia Hoje | Gente Que Não Sabe Estar

| O Informador

gente que não sabe estar.jpg

Ricardo Araújo Pereira regressa hoje, 20 de Janeiro de 2019, aos ecrãs nacionais para estrear um novo suplemento humorístico inserido no Jornal das 8, da TVI. Se o Ricardo fazia falta à televisão? Sem dúvida, no entanto existem umas questões do passado que me deixam de pé atrás perante este regresso.

Primeiramente quero comentar o facto da direção de programas e de informação do canal em insistir em colocar espaços de humor político como partes dos informativos. Podiam perfeitamente dar este novo espaço, Gente Que Não Sabe Estar, colado ao informativo, mas como formato autónomo e que vale por si, sem existir qualquer necessidade de ficar inserido, na sua primeira exibição, dentro do principal bloco de informação do canal. Depois as repetições na TVI24 já são livres, por isso qual o fundamento desta colagem?

Segundo ponto... No passado Ricardo Araújo Pereira estreou dois formatos do género, também dentro do Jornal das 8, e não me conseguiu convencer, achando tudo muito forçado. Desta vez vou dar a liberdade de começar de novo, uma vez que esta nova aposta parece ser diferente do que foi feito anteriormente. Será que é mesmo diferente e consegue ter uma maior dinâmica e uma piada mais formatada sem roçar o ridículo para cumprir contrato?

20
Jan19

Curtas e Diretas | 140 | Bateria do Portátil

| O Informador

asus portátil.jpg

E se vos revelar que a bateria do meu portátil está acabada? Morta que nem uma sombra que só está neste momento a ocupar o seu espaço e a pesar quando levo o meu Asus em viagens internas ou externas. A bateria dura no máximo uns cinco minutos e caso a luz falte quando estou ligado, o pensamento é guardar todos os documentos para desligar em condições o portátil. Certo é que tenho uma bateria inválida neste momento!

19
Jan19

Uma fraude com o nome de Medicina no Trabalho

| O Informador

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Há uns dias passou a carrinha do serviço de Medicina e Segurança no Trabalho para me fazer a consulta num parque de estacionamento perto do local onde trabalho. Claro que o Dr. de serviço não iria ao local só por minha causa e os funcionários de outras empresas vizinhas foram também fazer as suas avaliações médicas. O problema é que tudo cheirou tanto a fraude...

Da minha parte fui sozinho, a pé, e quando cheguei junto do veículo que tanto estava mal por fora como por dentro percebi que a marcação das 11h00 foi geral e não funcionou em exclusivo para cada um. Ou seja, no total éramos mais de dez pessoas, todos marcados para o mesmo horário, em espera na rua, o que com este tempo de início de ano foi formidável. No total estavam quatro empresas em consulta, com marcação depois por ordem de chegada, esperando junto da porta do veículo e quando chegou a minha vez, um dos últimos, eis que lá de dentro sai um Dr. sem bata, todo dorido e que mal conseguia andar. Logo pensei o que aquele homem conseguia ver numa consulta rápida de cinco minutos e nas condições físicas em que se encontrava. 

Lá o Dr. saiu, pedindo desculpa por ter de fazer uma pausa para, imagine-se, fumar e ir até ao wc mais próximo. Uns minutos depois e após pensarmos que o senhor se podia sentir mal perante o modo como andava bem devagar e visivelmente com dores lá regressou e na segunda fase de consultas rápidas fui o primeiro. Entrei no velho veículo, porta meio encostada e o preenchimento pelo próprio da segunda ficha de utente, uma vez que a empresa tinha fornecido a primeira. A ficha foi preenchida à mão e juro-vos que quase peguei no telemóvel para fotografar ou filmar o modo como o Dr. escrevia. De forma bem lenta, como um pequeno aluno de escola primária que está a aprender a fazer as suas primeiras palavras. Escrita lenta, letras desorientadas acima e abaixo das linhas, tudo de forma impercetível. Lá copiou os dados que tinha, questionou sobre peso e altura, doenças que podiam existir, operações que possa ter feito e felizmente não fiz, a questão se vejo bem, se tenho a dentição toda (uma coisa que nunca me tinham questionado nestas consultas), se me sinto bem e o grande final foi a medição da tensão. Com isto chegou um «Já está! Obrigado!». E não disse, mas pensei, «Ah, Ok! Que perca de tempo que isto foi!».

18
Jan19

Página em branco

| O Informador

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Encontrar um bom tema para ser comentado no blog é essencial para quem quer receber visitas que deixem o seu comentário com uma opinião bem formada sobre o que está a ser partilhado pelo autor que nem sempre consegue seguir um caminho exato e com algo de novo para contar. Isso acontece e este texto vem sobretudo no seguimento dessa linha, uma vez que estava com a página para escrever um "novo post" aberta e nada surgia para iniciar uma publicação que podia não ser automaticamente publicada, mas que ficaria preparada para mais tarde surgir no blog para que os visitantes a pudessem ler e comentar.

E assim comecei a escrever as linhas que já puderem ler e onde as palavras surgem numa catacumba, sem pensar afinal no que poderá surgir deste texto que não foi pensado e idealizado. Deixando os dedos seguir o caminho que a mente vai elaborando no momento e deixando que as palavras surjam e acabem por dar origem a frases curtas ou mais longas sobre um tema sem rumo. Talvez venha a apelidar este texto no final como "livre divagação" ou "escrita sem sentido", ainda não sei, porque o que sei é que nada sei como as próximas linhas irão surgir, não estando de imediato a pensar no que escrever a seguir a esta palavra que agora surge como a palavra que transmite o sentido de palavra.

Afinal de contas estou a elaborar um texto que poucos, alguns ou muitos poderão ter acesso, tudo ficando ao dispor de quem visitar este local que acaba diariamente por receber visitas de vários pontos do país e do mundo, de diversas idades e com gostos dispares. A procura por determinados temas que já foram escritos acaba por fazer chegar ao blog pessoas que fazem visitas espontâneas, que aparecem como rapidamente desaparecem, mas também quem ganhe contacto pela primeira vez e que acaba por voltar a visitar mais tarde, com interesse por outros temas.

Escrevo sobretudo sobre o que quero e como quero, não pensando que deva seguir determinado caminho para agradar a gregos e troianos porque seguindo nesse sentido acabava por não me estar a identificar com o que vou publicando. Este espaço é meu e é nesse sentido que tenho seguido o caminho deste blog, sem criar malabarismos para que tomem conta e definam o que é algo pessoal perante quem visita porque se identifica. 

 
17
Jan19

A violência de Bárbara e Carrilho perante os filhos [com vídeo]

| O Informador

manuel maria carrilho.jpg

Quando José Maria Carrilho pensava que a imprensa se tinha calado com as agressões e insultos que protagonizou com Bárbara Guimarães nos últimos anos e que fizeram correr muita tinta com direito a várias idas a tribunal devido à polémica separação que envolveu a troca de galhardetes e não só em praça pública. Agora que tudo parecia mais calmo, eis que a jornalista Ana Leal, da TVI, colocou em campo a sua equipa e voltou a estimular o tema da polémica. 

Inserido no Jornal das 8, o espaço de grande reportagem da equipa de Ana Leal deu a conhecer novos desenvolvimentos, com imagens exclusivas entre Bárbara e Carrilho à porta da apresentadora. O ex-ministro insultou, mentiu e agrediu a apresentadora ao pé dos filhos, existindo e sendo reveladas agora algumas das imagens que foram entregues ao Ministério Público dessas mesmas agressões e gravações de áudio.

Muito tem sido dito e não dito, criado e comentado nas páginas de revistas e jornais ao longo dos últimos anos sobre o divórcio do casal e esta nova reportagem mostra mesmo que de ambas as partes, as crianças foram transformadas em peões entre duas pessoas descontroladas em certos momentos das suas vidas, fazendo dos filhos meros dados que são lançados para se agredirem psicológica e fisicamente ao longo do tempo. Carrilho entregava a filha a Bárbara e aproveitava o tempo em que tinha a criança ao colo para dizer o que queria e bem entendia, ouvindo-se nos vídeos divulgados em momentos a criança a pedir para ser colocada no chão com medo.

Com base em antigos diretores de imprensa e fotógrafos, ficou-se também agora a saber que Manuel Maria Carrilho combinava estar em determinados locais com os filhos para ser visto de forma a parecer ser o pai perfeito, quando ao mesmo tempo relatava factos falsos sobre os comportamentos de Bárbara com os menores, como o de terem sido deixados sozinhos em casa, quando afinal a mãe estava com ambos e acabou por ser agredida por Carrilho no ato da empresa dos menores. Neste campo da especulação e combinações o tema já é velho entre os famosos que querem aparecer bem mas usando menores para passarem a imagem da perfeição torna-se num tema critico, para mais quando os sinais são de violência e ameaças. A par de todas as imagens, existem ainda declarações de Dinis Maria, filho mais velho de Bárbara e Carrilho, de como o pai o agrediu em 2018. Acusações sobre violência, violações, roubos e comportamentos inapropriados têm sido uma constante neste caso que parece não ter fim. 

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