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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Convites Duplos | Oiçam Oitentamente | 19/20/21.07.2019

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Jul19

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A ArtFeist vai estrear no próximo dia 17 de Julho um novo musical que segue a linha dos antecessores sucessos de bilheteira, Esta Vida é Uma Cantiga e Let The Sunshine In - Anos 60. Inspirado nos êxitos dos anos 80, chega agora Oiçam Oitentamente, um espetáculo de Henrique Feist onde se juntam Mariana Pacheco, Diogo Leite e Valter Mira em palco com a companhia de Nuno Feist na direção musical deste espetáculo que é cantado e tocado ao vivo no Auditório do Casino Estoril. 

Para assinalar a semana de estreia de Oiçam Oitentamente, tenho convites duplos para sortear para as sessões de dia 19, 20 e 21 de Julho, Sexta-feira e Sábado, pelas 21h45, e no Domingo, pelas 18h00. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 18 de Julho, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Fui entrevistado pelo João P.

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Jul19

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Um amigo virtual com quem tenho partilhado ideias, comentários, likes e alguns temas de conversa ao longo dos últimos anos lançou há dias o seu blog e acabei por ser o convidado para a sua primeira entrevista no espaço. Como o próprio disse na introdução da entrevista, seguimos-nos pelas redes sociais há algum tempo e não conseguia dizer que não a um novo espaço bem pessoal que está agora a nascer e que quero aplaudir e estar por perto como o João tem estado por aqui. 

Gostaria muito que visitassem de seguida o blog do João Pedro Carvalho, no mundo de Jota P. e passassem pela entrevista que lhe concedi sobre O Informador, o meu gosto pela leitura, os projetos do presente, o futuro e os sonhos. O João irá falar um pouco de tudo neste seu espaço online, sendo este também um projeto livre onde poderão surgir todos os temas que o seu autor assim entender. 

Modo off

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Jul19

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Nunca te aconteceu dares por ti sentado na cama, deitado no sofá ou encostado à parede a olhar para um vazio que não existe durante minutos em modo off? Claro que sim, sei que não sou o único a ficar momentaneamente especado com olhar oco, sem pensar absolutamente em nada e ao mesmo tempo sem entender que estou focado em coisa nenhuma e com o pensamento completamente desligado.

Existem os momentos ocupados, em que o tempo parece passar num ápice sem que nos demos conta e depois existe aquela pausa perante a qual nem demos conta e quando acabamos por acordar da lassidão percebemos que entretanto já passou um bom conjunto de minutos em que nem percebemos o que fizemos e em que pensamos sobre a razão de não estarmos a ocupar o tempo de forma positiva. 

Caos sem rede

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Jul19

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Escrevo agora mesmo com as teclas do portátil a darem os seus estalidos de forma contínua. Mesmo ao lado tenho o telemóvel com o ecrã a dar sinais de vida de vez em quando com novas notificações vindas das redes sociais, mensagens escritas, emails ou de aplicações informativas. O online não para, sempre estamos ligados, tudo nos tenta fornecer as novas do mundo, dar um Olá por vezes interesseiro ou simplesmente clandestino de quem não tem nada para fazer.

Onde inserimos tanta notificação ao longo de um dia em que é necessário trabalhar, aproveitar as horas vagas, alimentar o corpo, organizar a vida e descansar? Nos dias que correm não existe praticamente vida sem a correria das ligações de internet, sempre estamos ligados e no momento em que a rede fica desligada ou determinada aplicação bloqueia o mundo parece estar prestes a desabar. Ora porque não estamos a conseguir aceder ao email que tanto esperamos com uma resposta, ora porque não sabemos quantos gostos está a receber a última publicação feita nas redes sociais ou somente porque alguém nos contou um mexerico sobre uma publicação de outrem e é necessário ir espreitar. Andamos ligados, não saímos sem ver a temperatura do tempo que surge no ecrã do telemóvel, não começamos o dia fora de casa sem consultar as redes sociais, se existem mensagens por ler é bom logo despachar o tema antes que um revéns aconteça.

De destacado a esquecido!

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Jul19

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Os temas comentados, debatidos e partilhados num blog pessoal são livres e é por isso que hoje a vontade é mesmo falar dos destaques que são dados na página geral dos blogs do Sapo, onde posso revelar que já andei muitas vezes pelos primeiros anos deste projeto. Agora não coloco lá os pés há uns bons meses, o que me deixa a pensar sobre o trabalho que tenho vindo a fazer nos últimos tempos.

A questão que coloco é mesmo sobre o facto de achar e querer acreditar que ao longos destes anos tenho vindo a evoluir no que toca à escrita, temas e formato em que fui alterando o blog, permitindo que quem visite se sinta em casa, tendo espaço para deixarem a opinião que fica sempre com resposta assim que possível, para poderem voltar. Todos os dias tenho algo a dizer, nem que seja a partilha de uma frase inspiradora, um acontecimento pessoal ou social, a opinião sobre a leitura do momento, um local que conheci. Acima de tudo faço partilhas com o toque pessoal como sempre, mas talvez um pouco mais pessoais e sem receios de chatear quem está do outro lado. Aos trinta tenho aprendido a manter uma maior liberdade, a fazer quase o que me apetece e a passar aos outros as ideias que me surgem. Será que isso magoa alguém? Talvez, mas a sinceridade não tem de ser valorizada?

Quando olho para o que já senti em termos de apoio pela equipa Sapo para com O Informador e vejo o que é feito hoje, em que estou meses sem uma única partilha, um comentário ou menção, logo penso, o que terei feito de mal para isto acontecer quando existem novos blogs com destaques atrás de destaques, tal como os mais antigos que continuam a surgir na página inicial mas também em menor quantidade. Será que recuei na forma de partilhar as coisas? Os conteúdos que crio no blog não estão a convencer a equipa de seleção dos destaques? Serei apenas mais um quando para mim e assim todos deviam pensar, faço o melhor que consigo atualmente para me manter com este andamento?

Sei que posso e consigo fazer mais e melhor, mas então? Será que por andar nesta vida há anos já não mereço apoio? Será que os mais velhos bloggers também perdem qualidade como a hierarquia da vida que atira para um canto quem já tem mais idade? Então? Que se passará por aqui para não agradar aos principais gregos e troianos desta comunidade sapiana?

Ganha Livros | A Casa de Charles Street, de Danielle Steel

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Jul19

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De desconhecidos a amigos, de amigos a família...

Na sequência do seu divórcio e dos problemas financeiros que se seguiram, Francesca sente-se desesperada. Sozinha, teme não ser capaz de suportar a casa encantadora onde vive e, como solução de recurso decide alugar uma parte dela. Pouco a pouco, a casa vai readquirindo vida: primeiro com Eileen, uma jovem professora da Califórnia, depois com Chris, um pai divorciado, e, finalmente, com Marya, uma cozinheira notável que perdeu o marido. Rapidamente, uma feliz cumplicidade instala-se entre os companheiros da casa. Contagiada por esta nova energia, Francesca volta a sentir-se com forças para reabrir o coração e procurar o amor...

Ao longo de um ano assombroso, inesquecível e que, em última análise, vai alterar muitas vidas, a casa do número 44 de Charles Street enche-se de risos, de mágoas e, sempre, de esperança.

Leste a sinopse de A Casa de Charles Street e gostaste? Então fica a saber que estou a sortear um exemplar desta obra de Danielle Steel, lançada no passado mês de Junho no nosso país, na minha página de Instagram. Para quem segue o blog e redes sociais ligadas ao mesmo saberá certamente que gosto bastante da obra da autora, existindo sempre alguns dos romances em espera para serem lidos aqui por casa. Agora e porque as coisas de que gosto também são para partilhar, tenho assim um exemplar desta narrativa para te poder oferecer, caso participes, cumpras as regras da iniciativa e tenhas a sorte de sair vencedor no final do prazo. Já sabes, visita o meu Instagram, mais concretamente a imagem onde é possível a participação no passatempo e tenta a tua sorte!

O Homem dos Sussurros | Alex North

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Jul19

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Título: O Homem dos Sussurros

Título Original: The Whisper Man

Autor: Alex North

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2019

Páginas: 384

ISBN: 978-989-8864-65-9

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Se deixares a porta entreaberta, ouvirás os sussurros na certa.

«Ao longo dos anos, disse-te inúmeras vezes que não deverias ter medo de nada. Que os monstros não existiam. Desculpa ter-te mentido.»

Após a morte da mulher, Tom Kennedy muda-se com o seu filho, Jake, de 7 anos, para uma pacata povoação chamada Featherbank em busca de um recomeço de vida. Mas Featherbank tem um passado sombrio.

Há 20 anos, Frank Carter, um perverso assassino em série, raptou e assassinou cinco rapazes. Ficou conhecido como «o Homem dos Sussurros», pois atraía as suas vítimas à noite sussurrando-lhes da janela. Logo após o seu quinto homicídio, Frank acabou por ser detido.

Estando o assassino atrás de grades, Tom e Jake não deveriam ter motivos de preocupação. Só que agora um novo rapaz desapareceu, e as semelhanças entre este acontecimento e os crimes de há 20 anos são desconcertantes. É então que Jake começa a comportar-se de modo estranho?

Diz escutar sussurros vindos do lado de fora da janela do seu quarto...

 

Opinião: A expetativa estava elevada pela apresentação apresentada e se de início O Homem dos Sussurros conseguiu conquistar, com o desenrolar da ação o desempenho foi diminuindo, fazendo com que o interesse se desvanecesse. 

Com um bom início onde a ação é apresentada através de uma escrita bem elaborada e coordenada, a obra de Alex North consegue logo demonstrar através das passagens temporais entre o presente e o passado o que se irá suceder. Ao mesmo tempo que isso acontece, as passagens entre o narrador presente e ausente complicam de início mas são explicadas ao longo da narrativa. No entanto no geral, e se o início prometia, o desenrolar faz-se com vários momentos pausados que ajudam a criar o suspense necessário mas que acaba por cansar o leitor habitual de policiais que já não se deixa levar por mistérios sem grandes pontas soltas e onde tudo parece acontecer dentro das personagens mais esperadas e presentes permanentemente na obra. O Homem dos Sussurros tem um problema, falta de ação e maiores desenvolvimentos ao longo de toda a leitura, sendo exigente no início e perdendo o interesse até ao final. Não posso dizer que o fim foi sendo antecipado com as dicas que foram sendo dadas, no entanto não me senti surpreendido pela forma como tudo é contado, uma vez que o criminoso também é revelado bem cedo sem grandes reviravoltas, perdendo assim o gosto pela descoberta que ainda me podia continuar a envolver.