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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

01
Jan19

A Vendedora de Azevinho | Dilly Court

O Informador

a vendedora de azevinho.jpg

Título: A Vendedora de Azevinho

Título Original: The Mistletae Seller

Autor: Dilly Court

Editora: Quinta Essência

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 416

ISBN: 978-989-780-038-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte… 

Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver. 

E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma joia valiosa - um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé - mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens…

 

Opinião: Um romance de Natal para nos fazer companhia no aconchego do lar na época mais familiar do ano. A Vendedora de Azevinho quando chegou até mim tinha mesmo um propósito, ser o livro que me faria companhia nos dias mais natalícios do ano e assim aconteceu. 

Num romance histórico com afeto, amor e força de vontade, encontramos Angel, um bebé nos capítulos iniciais, que foi abandonado na véspera de Natal pela ruas de Whitechapel. Angel foi deixada junto a uma porta, numa cesta, acompanhada de um anel e acaba por ser salva por uma mulher sem filhos mas que a acolheu e cuidou como se Angel fosse sua. Só que como um bom romance, existem sempre os percalços a surgirem no caminho e a vida desta jovem voltou a ser alterada no momento em que a fortuna da sua família quase adotiva se esvai. Angel vê-se de novo obrigada a percorrer as ruas e a lutar pela sua própria sobrevivência, vendendo no mercado até que a sorte lhe volta a bater à porta. 

São várias as reviravoltas na vida desta jovem mulher até ao derradeiro final do romance que acaba por deixar o leitor realizado ao se perceber que tudo termina como desejado, com as conquistas a serem alcançadas com o tempo, a verdade a descoberto e a realização pessoal a desbravar caminho entre pedras que se vão sobrepondo ao longo do tempo mas que ao serem limadas conseguem ficar para trás. 

Angel Winter é, como havia referido, a protagonista de A Vendedora de Azevinho, um romance acolhedor e sempre seguindo esta mulher sem deixar os pontos essenciais de lado. De abandonada a conquistadora, Angel não muda quando percebe que volta a recuperar o que sempre foi seu por direito. A bondade e humildade com que cresceu através da luta pela sobrevivência deram-lhe valores que servem ao mesmo tempo para que o leitor reflita no bem da vida e na perseverança com que devemos acreditar, enfrentando sonhos e vontades com força e nunca deixar os que nos querem mal para trás, tentando perceber as razões da maldade existir. Lutando pelos outros a favor da nossa própria felicidade é um dos lemas deste romance tão bem construído.

Uma história comovente, envolvente, com locais e personagens bem criados e que chegam facilmente junto de quem está do outro lado para se deixar embalar. Este é daqueles romances tristes que terminam de forma alegre, com o bem a ser conquistado sem que se tenha de espezinhar os que estão do outro lado do muro. Um livro leve, que não cansa mas conquista quem está recetivo a receber amor e perceção sobre cada conquista que tem de ser obtida ao longo das mais variadas fases de cada vida. 

A história de Angel é um mimo para oferecer e ler num momento de partilha familiar e se já não vão a tempo de conhecerem A Vendedora de Azevinho neste Natal, que anotem para a terem do vosso lado no próximo. 

 

Compra o teu exemplar de A Vendedora de Azevinho, AQUI!

 

72 Comentários

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    O Informador

    01.01.19

    Também não conhecia a autora mas conquistou logo neste primeiro compacto pela simplicidade com que escreve e transmite uma boa história.
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    Sofia

    01.01.19

    Em 2019 tenho que controlar, as minhas compras de livros!🤣
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    O Informador

    01.01.19

    Se consegues ler as compras que fazes para quê controlar? Só se comprares mais do que lês é que tens de controlar!
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    Sofia

    01.01.19

    Neste momento, tenho 6 na estante para ler! Tenho outras despesas, mais prioritárias.
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    O Informador

    01.01.19

    Se tens seis em espera agora é melhor parar as compras literárias! No entanto se quiseres continuar a comprar, tens sempre o meu link de afiliado Wook que podes utilizar gentilmente. Ahahah
    https://www.wook.pt?a_aid=4fe9fab768919
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    Sofia

    01.01.19

    Pois! Eu também sou, se vires no meu blog.
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    O Informador

    01.01.19

    Acho que os bloggers leitores todos o são ou quase todos! Ahahah
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    Sofia

    01.01.19

    Porque será?
    Bem o ano passado li 14 livros, este ano espero superar...
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    O Informador

    01.01.19

    Fui um pouco mais além perante as tuas leituras. Fui mesmo aos 48. O objetivo eram os 40, mas passei... Este ano o objetivo voltam a ser 40!
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    Sofia

    01.01.19

    Isso é loucura! Li livros com muitas páginas e tive muito trabalho.
    Mas não bates a Magda, que leu 96 livros.
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    O Informador

    01.01.19

    Foi o ano em que li mais e sei que não irei voltar a conseguir tão cedo. Voltei a colocar a fasquia nos 40, mas não sei não! Também li alguns bem volumosos, entre eles A Coisa - Vol.1, estando a terminar o Vol.2 agora, por exemplo.
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    Sofia

    01.01.19

    Que acahs-te da " Coisa"? Eu vi o filme!
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    O Informador

    01.01.19

    O primeiro li bem e gostei. O segundo só mais na parte final é que me voltou a conquistar. Achei todo o início do Vol.2 mais maçador e por isso andar a arrastar a leitura. Pensei que conseguia terminar neste fim-de-semana prolongado mas ainda não.
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    Sofia

    01.01.19

    Eu sou fã de terror e não achei filme assustador! Este ano iniciei-me no king e li os dois livros da Cúpula. Gostei da escrita, mas a história durante algum tempo enrolada é é sádica.
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    O Informador

    01.01.19

    Eu e o terror sou um pouco estranho. Gosto de terror, tanto em literatura como no cinema e séries, mas depois geralmente fico desiludido com o que me é apresentado.
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    Sofia

    01.01.19

    A melhor amiga, ofereceu-me nos anos " A Maldição de Hill House"!
    Foi a sugestão da funcionária da Bertrand e não me assustou.
    No cinema, os supostos filmes de terror também me têm desiludido. Mas de vez em quando, há boas surpresas, o pior é que são as baseadas em factos reais...
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    O Informador

    01.01.19

    No cinema já deixei de ver terror por não ter companhia para tal e porque raramente acerto num filme que se diga de verdadeiro terror. Para mim terror no cinema tem de ter suspense, imagens repentinas e sons que levem a algum lado, não se ficando por sons para nada acontecer. As histórias têm de convencer e assustar.
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    Sofia

    01.01.19

    Eu, já me deixei de pensar assim! O cinema é uma das minhas paixões, vou sozinha. A invocação do mal, deixa-te a pensar! Mas este ultimo da freira, não achei assustador. Livrai-nos do mal, foi bom! E este foi baseado em factos reais...
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    O Informador

    01.01.19

    Baseado em factos reais mas mal contados, a meu ver... Acho que a base está lá mas enrolam demais!
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    Sofia

    01.01.19

    No cinema, muitas vrzes acontece! Mas deste gostei.
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    O Informador

    01.01.19

    Eu não acho que no cinema enrolem tanto. Falava mesmo na série A Maldição de Hill House em que enrolam muito e onde a história que podia ser de filme ao ser esticada para oito episódios de 50 minutos só fica a perder.
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    Sofia

    01.01.19

    Não, tenho Netflix!
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    O Informador

    01.01.19

    Desde que tenho Netflix deixei de ver séries nos canais televisivos de cabo e a leitura luta agora com a plataforma para terem tempo de antena! ⌛️
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    Sofia

    01.01.19

    Não, se pode ter tudo!🤣
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    O Informador

    01.01.19

    Isso é uma pura verdade!
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    Sofia

    01.01.19

    Temos sempre que fazer escolhas na vida!
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    O Informador

    01.01.19

    🤙🏼

    Voltando aos livros, tens autores de eleição nos vários estilos literários?
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    Sofia

    02.01.19

    Eu leio essencialmente, trillers e políciais! Neste momento, estou a descobrir novos autores. Houve um, que me fascinou há anos. Paul Houffman, com a sua trilogia que fiquei vidrada no primeiro livro " O braço esquerdo de deus"( este é de fantasia). Donatto Carrisi, estou á espera que sai um novo livro, tudo começou com " O sopro do mal".
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    O Informador

    02.01.19

    Em 2018 também foi um ano para descobrir vários nomes do suspense e do policial e também do romance. Abri um pouco o leque de opções e quis experimentar novos autores com outras formas de escrita, lendo mesmo sobre temas que não me costumavam cativar como a igreja e a guerra.
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    Sofia

    02.01.19

    Também gosto de história, alguns romances de vez em quando e adoro ler sobre mitologia. Todos os livros que tenho, na estante também são de autores que não conheço.
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    O Informador

    02.01.19

    Mitologia ainda não me disse assim nada. História e Religião em 2018 fizeram o apelo e foram bem sucedidos. Vamos ver o que 2019 me reserva com novas leituras em campos que tenho evitado.
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    Sofia

    02.01.19

    Quero voltar á fantasia! Já tenho algumas saudades.
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    O Informador

    02.01.19

    Fantástico é outro mundo que não aprecio, não só na literatura mas também em cinema. Não vejo, por exemplo, filmes com super-heróis e mundos fantásticos, por exemplo. Vi há pouco tempo o Criaturas Fantásticas mas foi uma excepção!
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    Sofia

    02.01.19

    De vez em quando, gosto de deixar a mente viajar por esse mundo!

    Adorei a trilogia do Senhor do Anéis e o filme do Avatar.
    Não, ligo muito ao dos super-heróis. Mas, adoro os X-Men.
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    O Informador

    02.01.19

    Vou-te contar, o primeiro livro de O Senhor dos Anéis foi o único que comecei a ler e não consegui avançar. Na altura talvez não estivesse no melhor momento para ler aquela história, mas foi mesmo o único livro que iniciei e não terminei. Podes ver como gosto de fantasia não é? O Harry Potter só li até ao quarto volume.
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    Sofia

    02.01.19

    Só tenho li e tenho dois dos livros! Não, ligo ao Harry dos Potes.
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    O Informador

    02.01.19

    O mesmo me aconteceu com o Crepúsculo que não avancei na leitura, embora me tivesse agradado de início.
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    Sofia

    02.01.19

    Afinal... Nunca li.
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    O Informador

    02.01.19

    Agradou mas depois cansou!
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    Sofia

    02.01.19

    É um grande fenómeno!
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    O Informador

    02.01.19

    Talvez não seja leitor de grandes fenómenos e goste mais de seguir os meus gostos sem seguir os grandes sucessos de venda internacionais.
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    Sofia

    02.01.19

    Eu sigo os meus gostos!
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    O Informador

    02.01.19

    Um leitor recorrente segue os seus gostos! Um leitor esporádico tem tendência a seguir os tops e sucessos!
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    Sofia

    02.01.19

    Uma curiosidade, como escolhes um livro?
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    O Informador

    03.01.19

    Um pouco pelo estado de espírito e tempo disponível. Quando saio, por exemplo, de uma leitura mais pesada gosto de ler depois algo mais leve, geralmente um romance ou algum autor que saiba que me irá conquistar facilmente. Após um livro que se arrasta por algum tempo, sinal de que a história não me fascinou e cansou, preferencialmente depois pego numa história mais leve, de conquistas, amor ou até pode mesmo ser suspense e afins, desde que saiba que à partida irei gostar pelo que já li anteriormente. Ou seja, após o peso opto pela leveza. Após a leveza deixo-me levar pela descoberta que nem sempre consegue ser boa.
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    Sofia

    03.01.19

    Como não tenho uma escolha tão vasta como a tua, não me faz diferença.
    Mas o que queria perguntar em relação á escolha no livro na livraria. O que te chama primeiro atenção, num livro? No meu capa e depois a sipnose. Pode ser parvo, mas assim que compro os livros de autores desconhecidos.
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    O Informador

    03.01.19

    Se não conhecer o autor o que me chama a atenção primeiramente é a capa, depois leio a sinopse e tomo a decisão.
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    Sofia

    03.01.19

    Afinal, não sou a única!
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    O Informador

    04.01.19

    Sem dúvida que a capa me chama primeiramente a atenção!
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    Sofia

    04.01.19

    Somos uns fúteis!🤣
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    O Informador

    04.01.19

    Achas mesmo? Não me parece que pensem assim por quem olha primeiro para a capa, mas sei que muitos intelectuais não se deixam comprar por um bonita capa num primeiro impacto e fazem justamente o contrário, olhando para o que de mais feio estiver disponível em termos de imagem.
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    Sofia

    04.01.19

    Claro que não! Eu não sou intelectual e não me identifico com eles. Vivem noutra dimensão, sou muito terra a terra...
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    O Informador

    04.01.19

    Existe até quem recuse olhar para os tops porque o que é bom nunca é muito vendido e acaba por ter edições mais pequenas. São ideias que não sigo, felizmente!
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    Sofia

    04.01.19

    Eu não sigo modas! Mas sim os meus gostos pessoais.
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    O Informador

    04.01.19

    E qual será a primeira leitura de 2019?
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    Sofia

    04.01.19

    Estás falhar! Está no meu blog. Mas esta escolha foi feita através de um enigma. Já ouviste falar dq chave negra?
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    O Informador

    04.01.19

    Ontem ou no dia anterior fui aos teus Blogs. Um é de gatos e no outro não vi nada de livros... Tens um terceiro que não aparece na lista?
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    Sofia

    04.01.19

    Credo, não!
    Mal tenho tempo para os dois. Tenho a imagem do livro que estou a ler, no lado direito no meu blog pessoal.
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    O Informador

    04.01.19

    Então mas o teu blog pessoal é o que enviaste o link no Wordpress certo?
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    Sofia

    04.01.19

    Ai, homem que grande confusão!🤣 O link que te enviei é para saber o que é a Chave Negra, onde podes comprar livros, sem saberes o que vais comprar. Eles dão-te uma pista sobre o tema do livro. Eu não tenho nada a ver com a Chave Negra. Os meus blogs são os do sapo.
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    O Informador

    04.01.19

    AH! Agora já percebi! Gostei dessa ideia da Caixa Negra e irei saber um pouco mais para falar da mesma por aqui um dia destes. Acho que pouco pessoal dos Blogs literários sabe da mesma.
    Quanto aos teus Blogs, não falas dos livros que lês ou falas? Pelo menos não vi!
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    Sofia

    05.01.19

    Sim! Só descobri no Stone Art Books da Magda Pais. Eu sou capaz de falar algum comentário sobre algum livro que li. Como não tenho o dom da escrita e ao acabar de ler um livro, tiver que o fazer perde o seu encanto... Faz lembrar a primária, apos cada visita de estudo tinha que fazer uma composição! Odiava.🤣
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    O Informador

    05.01.19

    Ou seja, optas assim por não revelar, nem em pequenos comentários, a opinião sobre as tuas leituras. Eu gosto de partilhar, para mais por saber que existem visitantes do blog que se identificam com as minhas leituras e por vezes acabam por comprar e ler determinado livro pela opinião que partilho.
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    Sofia

    05.01.19

    Como te disse, ás vezes partilho em pequenos pormenores! Eu gosto é de partilhar boa música.😊
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    O Informador

    05.01.19

    Sim, música já vi que gostas de partilhar, um tema que não me diz tanto, confesso!
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    Sofia

    05.01.19

    A música é.uma das minhas grandes paixões, não vivo sem ela!
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    O Informador

    05.01.19

    Trabalhei mais de dez anos num local em que tinha sempre ligada para que funcionários e clientes ouvissem. Chegou a um ponto que o cérebro bloqueou a música no trabalho e não só. Agora volto a ter música de novo no trabalho e confesso que na maior parte do tempo não ouço o que está a passar. No carro acontece-me o mesmo, por vezes tenho o rádio desligado e nem me dou conta, tal o cansaço daqueles dez anos em que tínhamos de levar com música, maioritariamente espanhola.
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    Sofia

    05.01.19

    No teu caso compreendo, o teu cérebro precisa de silêncio. Por exemplo, acho que a música nas lojas de roupa está demasiado alta. É uma tortura para os funcionários e clientes.
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    O Informador

    05.01.19

    A música nas lojas por vezes está mais alta por directrizes superiores que nem visitam os locais mas seguem estudos que indicam que o som ensurdecedor ajuda a que o cliente veja tudo de forma mais rápido e compre o que por vezes nem quer porque a intenção é despachar e sair. Felizmente que onde estou agora conseguimos regular o que ouvimos e o volume.
    E sim, o meu cérebro precisa cada vez mais de silêncio e descanso, fazendo a merecida pausa quando estou por casa e de folga.
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    Sofia

    05.01.19

    Que raio de estudo! A mim faz-me fugir rapidamente, sem levar nada.🤣
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    O Informador

    06.01.19

    Esta semana, por acaso, falei com um neurologista no trabalho que nos explicou isso mesmo e até nos disse que estava a falar connosco porque gostou do atendimento mas também porque se podia falar sem ter a música a cansar e a causar desespero. Depois acabou por explicar certas situações que onde a música interfere no nosso sistema nervoso.
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