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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Caso Rodrigo

02.03.16Publicado por O Informador

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Uma mãe procura o seu filho, apresentando o desaparecimento do menor de quinze anos nas entidades competentes. Horas depois fala com a comunicação social e pouco se lamenta sobre a situação, não mostrando um pingo de dor e preocupação. Dias passam e descobre-se que o padrasto do menor tinha viajado no dia do desaparecimento para o Brasil de onde é natural, dados que foram omitidos nas primeiras confidências de uma mãe que se tem mostrado pouco ou nada destroçada. Horas depois descobre-se o corpo do menor bem perto da moradia onde a família mora. Em momentos posteriores surgem as primeiras informações acerca do estado do corpo que foi encontrado enrolado em fio eléctrico. 

Ups! Algo se passa aqui que não está a ser bem contado, não? Então a mãe não tinha de revelar que o seu companheiro tinha viajado nesse mesmo dia para o outro lado do Atlântico? Então aquela mãe que passou supostamente tão mal sempre que permanecia em sociedade parecia calma e serena como se nada fosse? Então o corpo apareceu supostamente num local que já tinha sido visto antes e onde não se encontrava há uns dias? Onde está a culpa quando uma mulher esconde factos sobre o seu companheiro para o quem sabe proteger, não se preocupando com o filho? O que existia dentro daquela casa e o que aconteceu para o menor ter sido agredido até à morte como já foi tornado público?

Um caso que certamente terá mais do que um culpado que se encontra à vista de todos menos das primeiras provas físicas, tal como aconteceu com o caso Joana, com a pequena Maddie e com tantos outros que por vezes nem chegam a ser falados publicamente. 

6 Comentários

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    O Informador

    03.03.16

    Uma boa teoria que pode estar perto da verdade mas acho que a mãe se assim fosse tinha preparado as coisas para ir com o seu companheiro para o Brasil após terem deixado o miúdo para trás. Se quisessem ir para o Brasil sem o filho deixavam-no e não lhe faziam mal!
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    vitor melchior

    03.03.16

    isso pensamos nós (felizmente), e a outra da linha (Caxias) podia ter-se suicidado em vez de arrastar as filhas para a morte, infelizmente ela própria não morreu!
    Tudo isso está para além da compreensão de nós (normais).
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    O Informador

    03.03.16

    Será que a intenção dessa era morrer também ou somente dar as filhas como desaparecidas para afetar a vida do ex-marido?
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    vitor melchior

    03.03.16

    exactamente era isso mesmo, ambas tinham a mesma finalidade afetar a vida dos ex. maridos e ambas conseguiram.
    Só espero e desejo que as duas caiam nas escadas da prisão.
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    O Informador

    03.03.16

    A diferença entre as duas é que a de Caxias ficou com as provas contra si logo a descoberto enquanto que neste caso atual por muito que as coisas pareçam estar à vista ainda não foram encontradas provas concretas que revelem que aquela mãe tem culpa do que aconteceu.
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