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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

18 comentários

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    O Informador 20.02.2017

    Será que as pessoas que saíram a meio não ficaram antes constrangidas com as manchas pela roupa?
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    Mula 20.02.2017

    ahahahah não acho que as poucas cenas eróticas que existiram dessem para tal.... o moço quase não aparece... ela lá andava de mamoca ao léu algumas vezes, mas o cachet dele deveria de ser muito elevado para aparecer nu e então não aconteceu.... MAS acho que o casal que estava ao meu lado se chateou.... primeiro saiu ele, depois saiu ela e nunca mais voltaram... se calhar apanhou-a a olhar para os bíceps e tríceps do moço e chateou-se
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    O Informador 20.02.2017

    Ele terá ficado demasiado excitado com o que via e teve de sair para que ela não percebesse a tensão.
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    Mula 20.02.2017

    Hmm eu não sei qual é a ideia que fazes do filme mas... acho que passam uma ideia muito errada do filme cá para fora. Aquilo é um romance... com algumas - poucas - cenas de sexo à mistura, mas é uma história de amor como qualquer outra.
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    O Informador 20.02.2017

    Por acaso não faço a ideia que estou a transmitir. Acho que é um romance, com mais cenas de sexo e nudez que o habitual e onde a sexualidade é levada ao extremo. Não acho que seja nada de extraordinário e por isso não perceber tanta euforia neste e no filme anterior.
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    Mula 20.02.2017

    Eu acho que a euforia é a mesma do Crepúsculo, Jogos de Fome e Harry Potters. Sagas muito publicitadas têm grande correria das grandes massas, e este é efetivamente mais para o público feminino. Não acho que seja pelas cenas de sexo em si, se o primeiro podia ser, o segundo só não sabia ao que iam, quem não queria... Acho por exemplo o Magic Mike bem mais sedutor pelas danças dos gajos todos jeitosos do que este, que ao contrário do que se diz quase não tem cenas de bondage. É só mesmo umas palmaditas e poucos acessórios pesados. Já filmes pouco publicitados e pouco conhecidos com cenas bem mais "intensas" e "assustadoras" como o Monster's Ball com a Halle Berry, ou o filme Ken Park... Mas isto sou eu, que se calhar não me deslumbro facilmente. Mas deste eu gostei, acho a história bastante interessante.
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    O Informador 20.02.2017

    O Magic é outro filme que não entendo tanta euforia feminina. Conheço pessoas que podem ver dez vezes o filme num ano que não se cansa. É assim tão apetecível?
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    Mula 20.02.2017

    Sou suspeita para falar que eu sou grande maluca pelo Tatum, papo tudo o que é filmes dele...
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    Sara 20.02.2017

    Meto a colher só para dizer ( em relação às sombras) que uma história de amor e uma história de abuso e violência são duas coisas diferentes e não devem ser confundidas por óbvias razões. Infelizmente quando essa confusão acontece na vida real não dá casamento, é mais funeral.
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    Mula 20.02.2017

    "história de abuso e violência"

    Não é verdade. O sadomasoquismo - que não é propriamente retratado no filme, mas que passa cá para fora que sim, pronto - não tem de ser mau para a pessoa submissa, porque há pessoas que querem ser submissas, há pessoas que só têm prazer através da dor - e até pode ser uma perturbação - e por isso não é um abuso ou violência. Há homens de grandes sucessos na vida, ceo's de empresas, habituados a mandar e a exigir que sentem necessidades sexuais de serem dominados para compensar, por exemplo. Havia um bar aqui no Porto que era de sadomasoquismo onde as pessoas submissas tentavam encontrar os seus maters porque a verdade é que se uns são felizes a açoitar e outros são felizes com os açoites, violência doméstica não tem nada ver com isso, e olha que eu sei bem do que falo... Violência não é humilhação na cama, é humilhação na restante vida, é a pessoa sofrer verdadeiramente e o outro não querer saber, no sadomasoquismo isso não acontece... Há uma busca mútua.

    MAS o filme não retrata propriamente isso, a única vez que ele abusa, ela manda-o dar uma curva, se ele fosse um abusador ela poderia ter morrido, não era o caso, ele só tinha a necessidade de ter o controlo, porque em miudo não teve o controlo de nada, ele foi abusado pela amiga da mãe quando era miudo que o iniciou nessa vida, viu a mãe biológica a morrer com uma overdose, toda a vida dele o encaminhou para essa necessidade, e o filme é a transformação dele em prole da paixão da vida dele. Tudo para uma verdadeira história de amor! ^_^
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    O Informador 20.02.2017

    Há que separar as coisas realmente e quando ouço falar do filme não existe violência, mas sim partilha de experiências sexuais com submissão que pode causar dor consentida e desejada.
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    Mula 20.02.2017

    "quando ouço falar do filme não existe violência"
    Não há, ela pede para experimentar, ela é curiosa e pede que ele faça com ela o que fazia com as outras. A única cena violenta que há no filme - no primeiro - é a cena final em que ela pede para ele lhe testar os limites, ele dá-lhe uma palavra passe como é normal existir neste tipo de cenas, e ela pedia-lhe para parar mas não usava a palavra passe e ela levou a mal e abandonou-o e ele reconheceu que foi longe demais e não a impediu de ir embora, não tentou ir atrás dela para a espancar nem nada que o valha... Só e apenas isso.
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    O Informador 20.02.2017

    Acredito que este sucesso se deva bastante à vontade de se experimentar algo diferente e não ter a coragem de se tentar dar a volta à relação para que essas diferenças possam acontecer no ato entre o casal.
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    Sara 20.02.2017

    Trata-se de uma história cheia de abuso a todos os níveis e isso nada tem que ver com as algemas tal como expliquei lá em cima, de resto os livros estão acessíveis para quem quiser confirmar - é tão explícito que é inacreditável como é que tanta gente acha que aquilo é uma história de amor:

    http://ever-so-nice.tumblr.com/post/109663412506/fucknorapeapologists-the6thsiren-50-shades-of

    Além disso há uma diferença entre falar de abuso - uma coisa que acontece na sociedade - e tentar fazer com que abusos passem por romance. Nojento.
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    O Informador 21.02.2017

    Como disse, não li nem vi o filme, mas o amor tem vários prismas para poder ser vivido, consoante os seus protagonistas. E existe quem goste de te dor por amor, o que não implica tais comportamentos de serem agressão.
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    Sara 21.02.2017

    Volto a repetir: Isto nada tem que ver com fetiches sexuais - podes praticar bondage e não ter uma relação abusiva, mas eles têm. É mais claro que água. Violência doméstica não é amor - dezenas de Anastacias morrem por ano à pala disso. Obviamente não entendeste o meu comentário anterior nem abris-te o link, que é um entre muitos exemplos.
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    O Informador 22.02.2017

    Existem pessoas que morrem por isso, mas depois também existem loucos que assinam contratos para que isto seja possível.
    Sim, abri o link.
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