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12
Mai19

Lunatics | T1 | Netflix

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Já viram alguma série que de tão má até conseguiram ter vontade de ver para perceber o quanto conseguiam piorar? Aconteceu-me isso com Lunatics, a série onde o comediante australiano Chris Lilley interpreta seis bizarras personagens que de tão descabidas acabam por não funcionar. De imediato e logo ao primeiro episódio são apresentadas as seis estranhas interpretação de Chris.

Um gerente de moda, Keith Dick, que após anos ao serviço de uma bem prestigiada loja, herda do pai da sua esposa um espaço que transforma, a mal, para alcançar os seus sonhos. Um excêntrico que ama objetos, no sentido direto da palavra amor, e que através de atos de transtorno leva quem está ao seu redor a não concordar com nada do que é feito a favor da nova empresa, que surge e é apresentada de forma tão bizarra como o próprio Keith. 

Existe depois um adolescente de doze anos, Gavin McGregor, que é interpretado de forma tão estranha e num mundo tão baralhado que é mesmo a personagem mais decadente apresentada nesta série sem ponto positivo onde pegar. Nem consigo descrever esta personagem de forma a não deitar totalmente abaixo, por isso nem vejam para não terem acesso a cenas tão más. 

Becky Douglas, uma jovem que ao lado da sua irmã gémea, entra na universidade. Tudo parece normal, mas Becky tem mais de dois metros de altura, com pernas bem largas e um corpo tão abstrato que logo se entende que o que irá ser visto nas cenas com esta personagem é a gozação pura e dura. 

Quentin Cook é um agente imobiliário com um rabo de tamanho fora do normal, que assume os comandos da empresa deixada pelo pai e tudo corre mal. O problema aqui é a irresponsabilidade e o facto do seu rabo, e o dos irmãos, ser volumoso.

Jana Melhoopen-Jonks é a diva da série. Uma mulher que fala com animais e que lhes faz terapia com os seus poderes mágicos. Uma vida de luxo, um amor platónico e histórias de quem engana os outros à vista de todos mas que passa incólume. Personagem parva? Claro que sim, todas o são.

No fim, existe Joyce Jeffries, uma esquizofrénica ex atriz porno que com os neurónios todos queimados acumula lixo, coleções e imaginações no seu mundo tão pequeno como as roupa que usa. 

Lunatics é daquelas séries que nem deviam ter sido idealizadas, quanto mais ter visto a sua produção ser aprovada. Acho que nem em Portugal já se conseguiu fazer algo tão mau, nem mesmo o formato Os Batanetes com as suas personagens bem particulares conseguiu tal estado de gravidade no mau humor satírico. 

Na verdade após cada episódio inicial achei que as personagens iriam evoluir para algo mais normal, mas isso além de não acontecer, as cenas tão mal conseguidas e o texto tão parolo, porco e decadente é sempre mais do mesmo, chegando os dez episódios da temporada ao fim com aquela despedida de que tudo acaba bem no pequeno mundo de cada irritante personagem que foi sendo apresentada de forma desumana e sem pingo de bom senso por parte do seu criador e ator que lhes deu vida. 

Sim, Lunatics é uma série da treta, que nem vale a pena experimentarem. Por aqui vi toda a temporada com lentidão por ser tão parva e irreal que o facto de existir só mostra o quanto queimado deve estar Chris Lilley para fazer tão má figura na representação mundial. Esta série Netflix é um completo lixo e tenho a confessar que por a ter visto até me leva a pensar no quanto oco posso estar para perder tempo a ver este produto que começa e termina morto. 

 

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