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O Informador

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03
Jan18

O Último Dia de Um Condenado | Vencedores | 04, 05, 06 e 07-01-2018

| O Informador

o último dia de um condenado cartaz.jpg

Virgílio Castelo regressou aos palcos com o monólogo O Último Dia de Um Condenado, em cena no Teatro Armando Cortez, estando este espetáculo a abrir o ano da Yellow Star Company junto do público.

Comemorando os 150 anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal (1867-2017) esta produção conta com setenta minutos de duração onde o texto de Victor Hugo é excelente interpretado pelo ator português que foi encenado por Paulo Sousa Costa. De Quinta a Sábados pelas 21h30 e aos Domingos pelas 18h00, O Último Dia de Um Condenado está bom e recomenda-se e é por isso que estiveram convites duplos em sorteio junto dos visitantes do blog.

Segue a lista dos vencedores para as sessões de Quinta-feira, 4, Sexta-feira, 5, e Sábado, 6, pelas 21h30 e de Domingo, 7, pelas 18h00. Carlos Santos foi o vencedor para a sessão de Quinta-feira. Já para Sexta-feira foram a Cláudia Zenário e a Fátima Andrade as premiadas. No Sábado serão o António Mousinho, a Maria Helena Amaral, a Teresa Figueiredo, o Rui Miguel Costa e a Vanda Imperial a assistirem a este espetáculo e para Domingo as selecionadas foram a Carla Cristina Coragem e a Ana Almeida.

Parabéns aos vencedores e Muito Obrigado a todos os que tentaram a sua sorte e partilharam esta oportunidade pelas redes sociais!

"Uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo, que versa as últimas horas de um homem que está no “corredor da morte”, com o fim iminente à sua espera. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça por tamanha barbaridade que é tirar a vida a um ser humano, mesmo que seja culpado por um crime de sangue. É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862. Esta obra teve repercussões em todo o mundo, contribuindo para a proibição da pena capital. Portugal foi o primeiro país da Europa a abolir a pena de morte e o romancista francês Victor Hugo referiu esse facto, congratulando o feito e dizendo “Portugal dá o exemplo à Europa, que imitará a vossa nação. Morte à Morte. Guerra à Guerra. Viva a vida! Ódio ao ódio! A Liberdade é uma imensa cidade da qual todos somos concidadãos”. 

 

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