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Hdeusesemitos-billboard

Presidente Marcelo

Gosto de Marcelo Rebelo de Sousa como comentador mas pensar que o senhor poderá deixar o seu lugar televisivo para se candidatar daqui a poucos dias à Presidência da República é daqueles factos que não gostaria de ver. Será que Marcelo ao ser candidato e com grande hipótese de sair vencedor para suceder Aníbal Cavaco Silva no cargo não se irá enterrar e desmanchar a imagem que a maioria tem de si?

Comentar é uma coisa muita linda e tal e todos temos o direito a proferir a opinião sobre os mais variados temas, sejam eles políticos ou não. Agora estar dentro das situações e tornar-se o principal responsável é algo completamente diferente que mudará de certo a boa presença de Marcelo junto da sociedade.

O professor como comentador sim, como presidente poderá ter o meu voto mas não acredito que faça tão boa figura como a que tem feito até aos dias que correm pelo pequeno ecrã e no meio político.

A revelação sobre a decisão do professor estará para ser revelada mas tudo leva a crer que infelizmente a decisão seja a candidatura...

5 Comentários

  • Não será certamente pelas razões que apontas em defesa dos animais que se vai eleger ou não o próximo presidente. Defendo também a tua ideia sobre as touradas e atos do género, no entanto não creio que essa seja uma das principais razões para se eleger um Presidente neste momento, para mais quando é bem possível que todos os candidatos ao lugar tenham o mesmo gosto por uma tradição fora de prazo.
  • Infelizmente sei que em Portugal nunca se elegerá um governante pelo bom CARÁCTER que possui. Quanto mais mau carácter melhor. E são esses que ganham as eleições.

    É essa a mentalidade do portuguesinho que, na hora de votar, não vê pessoas, mas tão-só partidos desactualizados, com pés fincados no dia 24 de Abril de 1974. E se um poste de pau, enrolado numa bandeira do PSD, fosse candidato a algum cargo político, o povinho, possuído por uma acentuada cegueira mental, votava no poste.
    É essa a tristeza! É esse o povo que temos.
    Pois se todos os candidatos, seja ao que for, têm o “gosto” sádico pelo COSTUME BÁRBARO (a tourada não é tradição, porque uma tradição dignifica o homem, e a tortura de animais só o desclassifica como ser humano) significa que Portugal ainda tem muito caminho a percorrer no sentido da EVOLUÇÃO MENTAL.
  • Felizmente acredito que as novas gerações não andam a votar num símbolo e que não seguem à risca a militância como afirmas. Das vezes em que fui às urnas ao longo dos dez anos em que me foi possível votar, sei que pelo menos em três partidos diferentes votei nas várias alturas, optando sempre por seguir as ideias de cada candidato, os rostos e as políticas, deixando para trás um partido.
  • Pois, «O Informador», mas as novas gerações ainda não são a maioria.
    Eu também já votei em vários candidatos pertencentes a vários partidos (penso que passei por todos), porque não há candidatos independentes.

    Sou militantemente apartidária. Por mim não existiriam partidos. Só servem para dividir os portugueses em mil pedacinhos, que não levam a lado nenhum.

    Só que a esmagadora maioria não se chama «O Informador", nem Isabel A. Ferreira.

    E sei, por experiência própria, porque como jornalista já cobri muitas eleições, o povinho não quer saber das pessoas que colocam no poder. Está tão coladinho, com supercola, aos partidos, que vota nos maiores corruptos que lhe aparece à frente do símbolo partidário. Isto vê-se mais a nível das autarquias. E depois é o que se vê. Não evoluímos.

    Portugal não sai da cepa torta.
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