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Sarampo e Papeira, o alarme da comunicação social

Primeiro o sarampo, agora apareceram supostamente, ainda sem confirmação, três casos de papeira. A comunicação social faz mais alarido que o necessário em certas situações.

Existe um surto de sarampo e o mesmo está controlado, não sendo necessário fazer soar os alarmes diariamente porque os casos existentes não são milhares nem andam perto. Calma, qual a razão de criarem medo nas pessoas de uma forma tão sensacionalista? 

Agora apanharam que três crianças tinham sido internadas com papeira e o filme começa a repetir-se porque é possível ter existido transmissão do vírus e que todos corremos o risco de apanhar papeira. Foram três casos, o país não está todo infestado nem nada do género. A população que esteve em contacto com as crianças com o vírus terá de ser avisada sim, mas não é preciso fazerem disparar as sirenes de todo o país de forma tão sensacionalista. 

Há que dar a notícia mas não é preciso deixar a população com medo e pronta para correr para um posto médico para serem vacinados logo na hora seguinte. É preciso ter cuidado mas vamos lá ter calma com a forma de se dizerem e transmitirem as notícias porque infelizmente somos uma sociedade que emprenha muito pelos ouvidos.

 

2 Comentários

  • Percebo isso, mas os alertas que certos órgãos de comunicação social não servem para as pessoas terem cuidado mas sim medo até de se cruzarem com outras pessoas. Um alerta para se ter atenção às vacinas e tomar cuidados é uma coisa, outra diferente é alarmarem que Portugal tem um surto de sarampo a espalhar-se pelo país de forma bastante rápida quando assim não acontece.
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